Após o veto do Projeto De Lei que prevê distribuição gratuita de absorventes por Jair Bolsonaro, grande comoção é gerada nas redes socias de opositores ao governo, na tentativa de jogar a opinião pública contra o Presidente.
Ao contrário do que opositores dizem, que Bolsonaro vetou porque menospreza mulheres e é misógino, o Presidente justifica o veto dizendo: “Quando qualquer projeto cria despesa, o congressista sabe que tem que apresentar a fonte de custeio. Quando não apresenta, se eu sanciono, eu estou incluso no artigo 8 da Constituição, crime de responsabilidade”.
A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) até discursa dizendo que o Projeto diz sim de onde vai retirar recursos, que seriam do SUS, Ministério da Educação e da Assistência Reclusão, como se esses locais conseguissem criar dinheiro e não fosse o governo a abastecer essas instituições com recursos.
Bem, em plena Pandemia, onde o uso de mascaras em muitos locais é obrigatório, a esquerda mais uma vez deixa cair a mascara e revela sua hipocrisia, pois esse Projeto encaminhado pela deputada do PT Marília Arraes não é o primeiro nesse sentido, projetos similares já existiram e foram vetados por nomes famosos do PT enquanto governavam.
O PTista Fernando Haddad, quando prefeito de São Paulo, vetou projeto que dispunha sobre distribuição gratuita de absorventes a mulheres de baixa renda, e não fez isso baseado apenas em falta de previsão de custeio, como fez Bolsonaro, mas também falou sobre falta de fundamento técnico-cientifico em seu texto de veto, como pode ser visto nesse trecho:
“Preliminarmente, no tocante ao mérito, assinale-se que o oferecimento de absorventes por si só é insuficiente para a precaução de enfermidades, fazendo-se imprescindíveis, para tanto, outros cuidados higiênicos a serem realizados pela mulher, não havendo, pois, fundamento técnico-científico para que a propositura venha a se tornar um programa municipal.”
O texto completo do veto pode ser encontrado no seguinte link pertencente ao site da prefeitura de São Paulo:
https://www.saopaulo.sp.leg.br/iah/fulltext/veto/VEPL0055-2013.pdf
A PTista Dilma Rousseff também vedou um projeto parecido, em 2013, quando era presidente do Brasil, ela vetou parte do texto da Medida Provisória (MP) nº 609, que reduziria a zero a alíquota do PIS/Pasep e Cofins dos produtos da cesta básica. As escovas de dentes, as fraldas descartáveis e os absorventes estão entre os itens.
“Os dispositivos violam a Lei de Responsabilidade Fiscal ao preverem desonerações sem apresentar estimativas de impacto e as devidas compensações financeiras”, argumentou a PTista Dilma em mensagem enviada ao Congresso para informar as razões do veto.
Ao que parece a tal “pobreza menstrual” só começou a importar para esquerda no governo Bolsonaro.
Mulheres, eles nunca se importaram de verdade com vocês, e agora só querem fazer vocês de joguetes, manipulando sua compaixão para com outras mulheres afim de fazer vocês odiarem o Presidente atual, pois isso convêm a eles. Se se importassem verdadeiramente com o assunto, já teriam feito algo a respeito em seus governos, pois oportunidade, como vimos, eles tiveram.
Jeferson Santos | 09/10/2021 05:19
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